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We Are One: Evil Engine: recuperar o castelo com os mortos-vivos

Um jogo de ação e estratégia em pixel art sobre um feiticeiro, esqueletos e a recuperação de um castelo.

We Are One: Evil Engine: recuperar o castelo com os mortos-vivos

We Are One: Evil Engine coloca um feiticeiro fraco e um exército de mortos-vivos no centro de uma missão para recuperar um castelo. A premissa parte de uma desvantagem clara: o feiticeiro não resolve tudo sozinho. É por isso que o exército tem um papel central na experiência. A combinação entre ação, estratégia e pixel art cria um ponto de partida direto, com um objetivo fácil de identificar e um conjunto de ações que se relacionam entre si. O castelo é o destino da missão, enquanto a masmorra faz parte do percurso que o feiticeiro e as suas criaturas têm de dominar.

Convocar esqueletos é uma das ações principais. O jogador pode criar unidades para formar o exército, mas esses esqueletos não existem apenas para aumentar o número de aliados. Também podem ser sacrificados para evoluir. Esta ligação entre convocar e sacrificar é o centro estratégico da proposta. Há uma diferença entre manter um esqueleto no exército e usá-lo como parte de uma evolução, e essa escolha dá forma ao caminho até ao castelo. O jogo não apresenta estas ações como elementos isolados: a convocação, o sacrifício e a evolução fazem parte da mesma luta.

A masmorra reforça o lado de ação da viagem, enquanto a evolução dos esqueletos mantém a atenção na forma como o exército é construído. We Are One: Evil Engine não precisa de explicar o seu objetivo com um grande número de sistemas. O seu núcleo está no contraste entre um feiticeiro fraco e uma horda que pode ser convocada, sacrificada e evoluída. A estratégia surge da relação entre estas decisões, e a ação acompanha a tentativa de recuperar aquilo que foi perdido.

We Are One: Evil Engine está disponível gratuitamente no navegador através do itch.io, com controlo por teclado e rato. É uma forma imediata de entrar num jogo que junta um objetivo concreto, um exército de mortos-vivos e uma masmorra em pixel art. Recuperar o castelo começa por convocar esqueletos, decidir quando os sacrificar e usar essa evolução para continuar a avançar.